Os Beatles não foram por muito, de acordo com um algoritmo

Os Beatles Eles eram um grupo médio que pouco fez para mudar o cenário musical. Não é a crítica de um músico, mas o que se segue dos algoritmos aplicados à evolução do pop britânico desde a década de 1960.

O estudo foi realizado por Armand Leroi, do Imperial College, em Londres, e ele é professor de biologia evolutiva do desenvolvimento.

Algoritmos evolutivos

No estudo mencionado, algoritmos de computador foram usados ​​para analisar 'singles' de todas as bandas importantes entre 1960 e 2010 para ver como elas se desviaram da norma musical. O resultado foi a colocação de cada um deles em um diagrama de rede muito complexo, com cada banda vinculada àqueles que influenciaram o código de cores, de acordo com o sexo.

Segundo a análise, The Kinks, The Who e The Rolling Stones foram os grupos que tiveram maior influência, abrindo caminho para o punk, diz ele. Leoroi:

As bandas de Londres arrastaram os níveis de agressão e transformaram o cenário musical. Enquanto isso, Lennon e McCartney estavam escrevendo livros de canções para meninas pré-adolescentes. Os Beatles ficaram de fora da revolução britânica.