Os acordos de Paris sobre a limitação da temperatura global já são inviáveis

Logo após examinarmos as temperaturas atingidas pelos termômetros durante os rigores desta cânula, concordaremos que, tanto para a temperatura quanto para o tempo sustentado dessa temperatura, as coisas não estão indo bem. De fato, eles estão indo tão mal que já foi assumido que os acordos de Paris para limitar as temperaturas que serão atingidas no final do século já são inviáveis ​​em todo o mundo.

Acordos de Paris

Os Acordos de Paris de 2016 consistiram em atingir menos de 2 graus C. No final do século, eles não são mais possíveis, de acordo com Dick startz, Professor do Departamento de Economia da UC Santa Barbara, junto com colegas da Universidade de Washington e Upstart. Startz contribuiu para um artigo publicado em Natureza: Mudança Climática, que usou uma combinação de dados estatísticos, científicos e econômicos.

O documento postula uma probabilidade de 95% de as temperaturas globais subirem mais de 2 graus Celsius e menos de 1% de chance de não exceder 1,5 graus Celsius. Como explica Startz:

Em vez de focar na opinião de especialistas, queríamos confiar exclusivamente no que os dados dizem. Este é um modelo estatístico de alta tecnologia que analisa o que aconteceu com a produção per capita em cada país, com a intensidade do arbono em cada país e com a população de cada país. O que descobrimos é que existe uma grande variedade do que poderia acontecer, mas, infelizmente, a extremidade inferior da faixa ainda é bastante ruim e a extremidade superior da faixa é catastrófica.

Então? Estamos condenados? Para Juz de Startz, existem apenas duas soluções possíveis, e ambas são bastante drásticas. O primeiro envolve aumentar os impostos sobre a poluição, tanto que desencoraja a produção. O segundo seria encontrar alguma inovação tecnológica extraordinária que nos tiraria do problema. Não seria a primeira vez que o segundo chegaria para salvar a humanidade.
Imagem | Helena Emery