Cem milhões de dólares para melhorar a inteligência das pessoas

Bryan Johnson, o fundador da startup Kernel, argumenta que em quinze anos seremos mais inteligentes, expandindo as habilidades naturais do cérebro.

De fato, investiu cem milhões de dólares para fazer isso acontecer.

Inteligência de hackers

Falando recentemente na Web Summit em Lisboa, Johnson disse que, nas próximas duas décadas, os pesquisadores devem desenvolver ferramentas para o cérebro que nos permitam "fazer qualquer pergunta que quisermos":

Por exemplo, eu poderia ter uma memória perfeita? Você poderia apagar minhas memórias? Posso aumentar minha taxa de aprendizado, posso ter uma comunicação cérebro a cérebro? Imagine um cenário em que eu digo: 'Quero saber como é ser um cowboy no oeste dos Estados Unidos no século XIX?' E alguém que cria essa experiência mentalmente.

A abordagem atual do Kernel, definida por Johnson como uma "empresa de inteligência humana (HI)", desenvolverá o desenvolvimento de novas tecnologias para tratar doenças neurológicas. Eles querem construir um pequeno chip implantável, chamado "neuroprosthetic", que ajudará as pessoas que sofrem danos causados ​​por derrames, concussões ou doença de Alzheimer. Mas o objetivo final do Kernel é continuar desenvolvendo um chip para o "aprimoramento cognitivo" do cérebro.

Johnson também não é o único comprometido com um futuro em que nossos cérebros têm melhorias. Elon almíscar Ele também está desenvolvendo uma interface cérebro-computador e fundou uma empresa para realizar o que ele chama de "malha neural".